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      Enquanto o mundo se transforma e as possibilidades se expandem, o futuro é moldado por aqueles que leem além das tendências. 

Vol. I
Ed. 001
Sábado, 25 de Janeiro de 2025
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Por que as Gigantes do Varejo Estão Apostando em Marcas Próprias?

Por que as Gigantes do Varejo Estão Apostando em Marcas Próprias?
(Imagem: LTK | Reprodução)

As marcas próprias, também conhecidas como private labels, estão ganhando destaque no setor varejista. Tradicionalmente vistas como alternativas mais acessíveis às marcas renomadas, elas evoluíram para produtos de alta qualidade que competem diretamente com grandes nomes do mercado.

Nos Estados Unidos, as vendas de marcas próprias aumentaram 4,7% em 2023, superando o crescimento de 3,4% das marcas tradicionais. Uma pesquisa da McKinsey revelou que mais de 80% dos consumidores americanos consideram a qualidade dos produtos alimentícios de marcas próprias igual ou superior às marcas conhecidas.

Uma pesquisa da McKinsey revelou que mais de 80% dos consumidores americanos consideram a qualidade dos produtos alimentícios de marcas próprias igual ou superior às marcas conhecidas. Uma pesquisa da McKinsey revelou que mais de 80% dos consumidores americanos consideram a qualidade dos produtos alimentícios de marcas próprias igual ou superior às marcas conhecidas.[/caption]

Varejistas como Walmart e Target estão ampliando seus portfólios de marcas próprias para atender às demandas dos consumidores e aumentar suas margens de lucro.

  • Walmart: Além da conhecida marca Great Value, que oferece produtos a preços acessíveis, o Walmart lançou em abril de 2024 a Bettergoods, uma linha premium com produtos diferenciados, como itens com pistache e opções veganas. Atualmente, mais de 20 marcas próprias do Walmart geram mais de US$ 1 bilhão em receita anual.

  • Target: Com um portfólio de mais de 45 marcas próprias, a Target arrecada cerca de US$ 30 bilhões em receita anual, representando aproximadamente um terço de suas vendas totais. Essas marcas desempenham um papel crucial na atração de clientes para as lojas físicas, site e aplicativo da empresa.

Investir em marcas próprias permite que os varejistas ofereçam produtos exclusivos, reduzam custos com publicidade e intermediários, e aumentem as margens de lucro. Além disso, ao controlar a produção e distribuição, as empresas podem responder rapidamente às tendências de consumo e preferências dos clientes.

As marcas próprias estão se consolidando como uma estratégia eficaz para as gigantes do varejo aumentarem sua participação no mercado e fidelizarem clientes. Ao oferecer produtos de qualidade e exclusivos, essas empresas conseguem se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.

Apple Dá um Passo em Falso com a AI Como a Confiança na Inteligência Artificial Está em Queda Livre
Imagem: Brent Lewin/Bloomberg

Apple Dá um Passo em Falso com a AI: Como a Confiança na Inteligência Artificial Está em Queda Livre

Acredite se quiser: até a gigante Apple tropeçou na corrida da inteligência artificial. A empresa teve que pausar um recurso do iOS 18.3 que prometia revolucionar a forma como consumimos notícias… mas acabou espalhando desinformação.

Imagine receber no seu celular um resumo de notícias “inteligente” que mistura informações de fontes confiáveis como BBC e Washington Post, só que com manchetes falsas. Parece cena de filme, mas foi exatamente isso que aconteceu. E o resultado? Críticas por todos os lados e uma queda brutal na confiança pública na inteligência artificial.

E não é só sobre a Apple. Isso reflete um problema maior: o medo crescente das pessoas de confiarem em tecnologias que deveriam facilitar a vida, mas acabam gerando problemas ainda maiores. Para se ter uma ideia, a confiança global em empresas de AI caiu de 61% para 53% em 2024. Nos Estados Unidos, o cenário é ainda pior: apenas 35% das pessoas confiam plenamente na tecnologia.

E o Brasil? Estamos no mesmo barco. Aqui, 95% dos usuários já declararam que não confiam totalmente nos resultados gerados por inteligência artificial. Essa insegurança só aumenta conforme erros como o da Apple aparecem.

O que isso significa? Que, enquanto rivais como Microsoft e Google avançam rapidamente com soluções inovadoras e mais confiáveis, a Apple parece estar perdendo terreno. Erros desse tipo não só mancham a credibilidade de uma marca, mas também deixam claro que a corrida da AI não é só sobre inovação – é sobre quem consegue conquistar (e manter) a confiança do público.

Mas isso levanta uma questão importante: se nem a Apple, com todo seu poder, conseguiu evitar esse tropeço, quem conseguirá liderar a revolução da inteligência artificial sem cair no mesmo erro?

O mercado de AI cresce 37% ao ano até 2030, mas um deslize pode custar bilhões – e, pior ainda, a confiança do consumidor.

O futuro está cada vez mais digital, mas erros como esse mostram que a confiança em máquinas que “pensam por nós” ainda está longe de ser uma realidade. Resta saber quem terá coragem e competência para liderar essa revolução.

E você, confia na inteligência artificial ou ainda acha que ela está “inventando moda”?

 O erro da Apple não foi apenas uma falha técnica. Ele expôs uma ferida muito maior: nós, humanos, ainda não confiamos plenamente em máquinas que tomam decisões por nós. E por que confiaríamos? Quando até gigantes como Apple, com bilhões em pesquisa e desenvolvimento, tropeçam, o que nos garante que outras empresas estão fazendo melhor?

Pense nisso: uma tecnologia projetada para simplificar a vida começou a complicar ainda mais. Manchetes falsas, informações distorcidas, e, no meio disso tudo, a crescente sensação de que estamos perdendo o controle. Não é à toa que a confiança global em empresas de inteligência artificial está despencando.

 
 
 
Apple Dá um Passo em Falso com a AI Como a Confiança na Inteligência Artificial Está em Queda Livre - The IBX News
Fotografia: Matt Cardy/Getty Images
 

Mas o que realmente intriga não é apenas a desconfiança. É o impacto silencioso que isso pode ter em nossas vidas. Já parou para pensar como a AI está moldando o que você consome, decide e até acredita?

  1. Notícias personalizadas… ou manipuladas?
    As manchetes que você lê foram escolhidas por você ou pela AI que acha que sabe o que você quer? No caso da Apple, vimos o risco de sermos alimentados com informações erradas sem nem perceber. Quem controla o que você acredita?

  2. A corrida pela liderança da AI: quem vai ganhar?
    Enquanto isso, Microsoft e Google parecem estar à frente na corrida pela inovação. Mas será que o sucesso deles será baseado em confiança ou apenas em velocidade? O erro da Apple pode ser um alerta para todos: é preciso mais do que inovação para ganhar a guerra da inteligência artificial. É preciso credibilidade.

Mas e se a confiança nunca voltar?

O que acontece quando uma sociedade inteira começa a questionar o que é real ou falso em um mundo cada vez mais digital? A resposta está no crescimento do mercado de inteligência artificial, que avança 37% ao ano. A tecnologia não vai parar, mas será que nós estamos prontos para acompanhar?

Enquanto a Apple tenta limpar sua imagem, o recado é claro: confiança é a nova moeda. E no universo da inteligência artificial, ela vale mais do que qualquer inovação tecnológica.

Mas aqui vai a pergunta que ninguém quer fazer: será que estamos prontos para um mundo onde não sabemos mais no que confiar?

INOVAÇÃO

O Celular Já É Sua Nova Carteira: Quem Ainda Usa Carteira Física Vai Ficar pra Trás?

Você já percebeu como o celular está substituindo tudo na nossa vida? Agenda, câmera, mapas… e agora, até a carteira física! Se você ainda está carregando uma carteira no bolso, sinto dizer: você pode estar ficando no passado.

Com a rotina cada vez mais digital, 1/3 dos brasileiros já “aposentaram” a carteira física e fazem seus pagamentos diretamente pelo celular. E sabe o melhor? É muito mais prático, rápido e seguro. Afinal, quem consegue esquecer o celular em casa? (Risos. A gente esquece tudo, menos ele!)

O tap to pay — aquela função de encostar o celular para pagar — está dominando o mercado. Seja no mercado, no restaurante ou na padaria, o celular virou o centro de toda transação. Não é exagero dizer que o futuro do dinheiro está literalmente na palma da sua mão.

E agora, empresas como a Ticket também estão surfando nessa onda. A boa notícia? Ela acaba de entrar no Google Pay, a carteira digital do Google para dispositivos Android. Isso significa que agora o famoso cartão da Ticket está disponível em formato digital, dentro do seu celular. Nada mais de “esqueci o cartão em casa” ou “não trouxe a carteira.”

Imagine essa situação: você está no meio de um dia corrido, chega no café com seus colegas e percebe que esqueceu a carteira. Desespero, né? Agora, com o Ticket no Google Pay, basta encostar o celular e pronto. O mesmo vale para aquele almoço com a família ou uma saída com amigos. Sem estresse, sem correria.

Se você ainda não está usando o celular como sua nova carteira, está na hora de conhecer essa revolução. Afinal, perder momentos importantes só porque esqueceu a carteira é coisa do passado.

Não fique pra trás enquanto o mundo já virou digital.

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